O que não pode faltar na etiqueta de um alimento manipulado

A etiqueta de um alimento manipulado é mais do que uma identificação: é um comprovante de controle, rastreabilidade e conformidade com as normas da Anvisa. Quando feita corretamente, ela evita desperdícios, aumenta a segurança alimentar e protege o seu estabelecimento de autuações. Mas o que exatamente deve constar em cada etiqueta? Neste artigo, explicamos os elementos obrigatórios e como aplicá-los na prática.


1. Nome do produto

Parece básico, mas muitos estabelecimentos falham nesse ponto. O nome deve ser claro e descritivo, especialmente quando o produto estiver fora da embalagem original.

Exemplo correto: “Frango desfiado cozido” (em vez de apenas “Frango”).


2. Data de manipulação

Essa é a data em que o alimento foi efetivamente preparado, fracionado ou aberto. Serve como ponto de partida para o cálculo da validade.

Importante: a data deve ser preenchida no momento da manipulação, nunca depois.


3. Data de validade

Baseada na vida útil do produto após a manipulação. Pode variar de horas a dias, dependendo do tipo de alimento e condições de conservação.

Dica: tenha uma tabela padrão com as validades de cada categoria de produto e treine sua equipe.


4. Nome do responsável pela manipulação

A identificação de quem manipulou é essencial para a rastreabilidade. Pode ser o nome completo ou um código interno.

Benefício: em caso de falhas, é possível verificar quem executou o processo e orientar adequadamente.


5. Identificação da unidade/empresa

Inclua o nome do estabelecimento, CNPJ ou setor. Essa informação reforça a responsabilidade técnica e ajuda a organizar os processos em operações com mais de uma cozinha ou loja.


6. Condições de armazenamento (se aplicável)

Alimentos que exigem temperatura controlada devem ter isso descrito na etiqueta, como: “Manter resfriado entre 0ºC e 5ºC”.


7. QR Code ou outro identificador digital (opcional, mas recomendado)

Soluções modernas como o Kithub permitem adicionar um QR Code para rastreabilidade digital, exclusão de etiquetas e integração com outras rotinas operacionais.


Por que se preocupar com isso?

  • Evita multas da vigilância sanitária;
  • Garante a segurança do consumidor;
  • Reduz desperdícios por falhas de identificação;
  • Profissionaliza sua operação;
  • Facilita auditorias internas e externas.

Conclusão

A etiqueta é um pequeno detalhe que carrega uma grande responsabilidade. E com o Kithub, você garante que todas essas informações estejam sempre presentes, de forma clara, automatizada e dentro das exigências da Anvisa. Simplifique, padronize e ganhe controle na sua cozinha.

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